"Todo aquele que abre um livro entra numa nuvem/ou para beber a água de um espelho/ ou para se embriagar como um pássaro ingénuo" António Ramos Rosa
quinta-feira, 22 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
25.ª semana ~ de 19 a 23 de março

- Apresentações orais - (em falta) - Afonso, Ana Catarina, Francisco, Lia, Marta, Ricardo.
- Avaliação.
segunda-feira, 12 de março de 2012
24.ª semana ~ de 12 a 16 de março
- Apresentações orais - dias 14 e 15.
- n.º 1 - Afonso Sousa
- n.º 2 - Ana Catarina Teixeira
- n.º 3 - Ana Catarina Prata
- n.º 4 - Ana Natália
- n.º 5 - Beatriz Lira
- n.º 7 - Clara Morais
- n.º 10 - Eduardo Carvalho
- n.º 11 - Francisco Lacerda
- n.º 13 - Joana Fatela
- n.º 14 - Laura Ramos
segunda-feira, 5 de março de 2012
23.ª semana ~ de 5 a 9 de março

- Lira. Orfeu. Eurídice. Mito. Poesia.
- Poetas do século XX - os textos do Manual.
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“Símbolo da harmonia cósmica, da ordem do Universo, a lira é também símbolo da poesia, aquele tipo de discurso onde as palavras expressam o eterno desejo humano de atingir perfeição.”
Maria Lúcia Lepecki, de “Sobre o texto lírico”
quinta-feira, 1 de março de 2012
22.ª semana ~ de 27 de fevereiro a 2 de março
(dos trabalhos do 2.º período)
- Trabalho do 2.º período.
- Apreciação crítica, sugestões de correção.
- Depois de reformulados, os trabalhos deverão ser entregues até dia 8 de março.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
21.ª semana ~ de 23 a 24 de fevereiro
- Escrita criativa. - Colagem.
· Clara Morais
Vejo a sua tristeza de flor amedrontada
E em pensamento, digo-te
O medo que nos salva da loucura
Que simula assombros onde só há sorrisos
E o nervoso não nos deixa ver claro
Mas se os nossos olhos não o virem
Ficaremos cegos de tanta claridade
Poemas usados:
O Fantasma da Obra, José Jorge Letria (p.198)
Perfilados de Medo, Alexandre O'Neill (p. 204)
Ver Claro, Eugénio Andrade (p.194)
Curiosidades Estéticas, António Botto (p. 183)
- Mariana Andrade
Tu não és – poema! o sal da terra
Nem a poesia é teu salário! poeta
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças.
Fora existe o mundo. Fora, a esplêndida violência
ou os bagos de uva de onde nascem
as raízes minúsculas do sol.
Me sufoca o ser,
me assusta o querer ser.
O que mais quero ter
é a impossibilidade do ter.
Tudo se transforma:
cada poema,
no seu perfil
incerto
e caligráfico,
já sonha
outra forma.
Pois deito as palavras fora,
recuso-lhes o mel e o cheiro.
É acre o tutano
mas verdadeiro.








