segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014


17.ª - 18.ª - 19.ª semanas ~ de 3 a 19 de fevereiro




Exposição “Visões – o interior do olho humano

Data: até 29 de junho de 2014
Local: Sala da Cortiça, Museu de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa





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Olhos

Olhos:
brilhantes da chuva que caiu
quando Deus me mandou beber.

Olhos:
ouro, que a noite me contou nas mãos,
quando colhi urtigas
e fiz arrepender as sombras dos Provérbios.

Olhos:
noite, que sobre mim resplandeceu, quando escancarei o portão
e atravessado pelo gelo invernoso das minhas fontes
saltei pelos lugares da eternidade.


Paul Celan, in Papoila e Memória
Tradução de João Barrento e Yvette K. Centeno



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Poemas de Reinaldo Ferreira - aqui

















segunda-feira, 27 de janeiro de 2014


16.ª semana ~ de 27 a 31 de janeiro





Sandro Botticelli

- aqui -
Leonardo Da Vinci

- aqui -








A Mulher na lírica de Camões.








Piero di Cosimo

- aqui -














Marie Guillemine Benoist

- aqui -











"Aquela cativa que me tem cativo"

"Um mover d'olhos, brando e piedoso"

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014


15.ª semana ~ de 13 a 17 de janeiro











  • Camões lírico. A Natureza. O Amor.


  • Manual - pp. 169, 170


segunda-feira, 6 de janeiro de 2014


14.ª semana ~ de 6 a 10 de janeiro




-  aqui -



  • Poesia é...
  • Poesia visual.
  • Cadavre exquis.                                                  
  • Acróstico.





 
Octavio Paz, Topoema



- aqui -















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Camões

Na aula de Português, vimos o documentário sobre Luís Vaz de Camões, apresentado pelo Professor Hélder Macedo, para quem “Camões é o maior dos portugueses”.
Pouco se sabe da sua vida. É provável que tenha nascido em Lisboa entre 1524-1525. Nunca casou nem teve filhos. Tem sido usado, ao longo dos séculos, para simbolizar as mais contraditórias ideologias: a Fé, o Império, a República, a Ditadura de Salazar, as Guerras Coloniais e a nossa atual Democracia. Tudo indica que entre 1549 e 1551 tenha servido na praça militar de Ceuta e foi nesta mesma cidade que, num confronto com os Mouros, Camões acabou por ser ferido e por perder o olho direito.
Há 450 anos, na foz do rio Mecom, junto ao atual Vietname, a nau naufragou e o Poeta quase perdeu a vida. Na chegada a Goa, teve que participar numa incursão militar. Uma das mulheres que mais teria amado também não era europeia, seria talvez chinesa. Sabe-se apenas que lhe chamou Dinamene, o nome poético de uma ninfa do Tejo.
Camões é um ser humano rico que não só celebrou a mulher mas também a valorizou, muitos séculos antes de se começar a falar sobre ‘direitos das mulheres’.

Para Camões, o amor está no centro da sua visão do mundo.
Alexandra Ramos, n.º 1




segunda-feira, 16 de dezembro de 2013


13.ª semana ~ de 16 a 17 de dezembro




Iluminações.



  • Avaliação. 

  • Final do 1.º período.





Tomás, Joana, Beatriz, João Silva, Rita, Oleksandr

desejam








Boas Festas, arroianos

2014 - prenhe de leituras boas.



[…]

Vem tu, Poesia, vem, agora conduzir-me
à beira desse cais onde Jesus nascia...
Serei dos que afinal, errando em terra firme,
precisam de Jesus, do Mar, ou de Poesia?


David Mourão-Ferreira,  “Natal à Beira Rio”, in Obra Poética







segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013


11.ª semana ~ de 2 a 6 de dezembro



José Guilherme Chiote
 esferográfica.






  • Conclusão das apresentações orais.
  • A crónica. - manual pág. 68
  • Leitura da crónica de Fernando Alves "Viagem tecida"




  • proposta de Rita Russo